A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, consolidou em 2018 sua liderança na movimentação de contêineres da região Sul do Brasil. O Terminal obteve ganho na participação de mercado, com movimentação de mais de 800 mil TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) de janeiro a dezembro de 2018.

De acordo com Alexandre Rubio, diretor Comercial da TCP, o desempenho é resultado do trabalho integrado realizado pelas diversas células da empresa, que oferece ao cliente mais comodidade e segurança nas operações de importação e exportação. “O Terminal vem realizando um trabalho comercial forte, convertendo cargas de outros estados para o Paraná. E isso é possível devido às soluções que oferecemos, encurtando as etapas logísticas e tornando as operações mais competitivas via Paranaguá”, destaca.

Entre os diferenciais oferecidos pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá, está a conexão com a ferrovia. “A TCP é o único terminal de contêineres no Brasil com acesso direto ao ramal férreo. A ferrovia recebeu, nos últimos anos, investimentos para a duplicação do ramal de entrada, o que possibilitou ao Terminal aumentar a produtividade e capacidade da operação”, enfatiza o executivo.

Outro fator importante é a oferta porta a porto, onde a empresa realiza a operação de consolidação, estufagem e gestão logística para o cliente. “A TCP tem células dedicadas a gerenciar todas as etapas logísticas da carga. Nós administramos desde a saída do produto do fabricante até sua chegada ao Terminal, além da armazenagem, conteinerização e embarque do navio”, explica.

Atualmente, a TCP tem capacidade para movimentar 1,5 milhão de TEUs/ano, conta com 320 mil m² de área de armazenagem e oferece três berços de atracação, com extensão total de 879 metros, além de dolfins exclusivos para operação de navios de veículos. Com as obras de ampliação, o Terminal terá sua capacidade de movimentação aumentada em 60%, chegando a 2,5 milhões de TEUs/ano. “Os investimentos na modernização e ampliação do Terminal ampliarão ainda mais nossa capacidade operacional e nossa agilidade”.

Fonte: Revista Portos e Navios